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Sobe para 37 o número de cidades com regiões completamente alagadas na Bahia.

                      

Governador anunciou a ampliação de bases de apoio às ações emergenciais nas cidades de Vitória da Conquista, Ilhéus, Itapetinga, Santa Inês e Ipiaú

O governador Rui Costa informou na tarde deste domingo (26) que já são 37 cidades na Bahia neste momento que estão com várias áreas completamente debaixo d’água. São cidades do Recôncavo Baiano, Vale do Jiquiriçá e região Sul. O governador está em Ilhéus, onde foi montada uma base de apoio da Força-Tarefa de comando único para os efeitos das chuvas na Bahia.

“Não me lembro na história da Bahia uma situação desse tipo com a chuva causando estragos em várias cidades e diferentes regiões do estado ao mesmo tempo”, declarou Rui Costa. O chefe do executivo anunciou também a ampliação de bases de apoio que funcionam como centros de apoio regional das ações emergenciais. Eles estão em funcionamento em Vitória da Conquista, Ilhéus, Itapetinga, Santa Inês e Ipiaú.

O trabalho está centrado na ajuda às cidades que sofrem com fortes temporais nas regiões Sul e Sudoeste e no Vale do Jequiriçá. Participam da agenda os secretários da Infraestrutura, Marcos Cavalcanti; da Saúde, Tereza Paim; o comandante do Bombeiros, Adson Marchesini e técnicos da Defesa Civil para agilizar ações de apoio à população, recuperação de acessos e serviços essenciais, além da melhor utilização dos recursos enviados por outros estados como pessoal especializado em grandes enchentes e aeronaves de resgate.

“Vamos aumentar nossa estrutura de apoio e levar os recursos necessários para áreas remotas como Itapetinga e outras localidades do Sudoeste, Vale do Jequiriçá e outras regiões com o uso de aeronaves para levar de insumos e mantimentos até equipamentos com o objetivo de assegurar todo tipo de resgate ou socorro”, determinou Rui.

O Governo orienta que os moradores de áreas de risco ou no curso de barragens sejam retiradas ou deixem suas casas. “Nossa preocupação é salvar vidas, tirar as pessoas das áreas de risco porque embora a chuva tenha parado, a água não para de subir”, enfatizou Rui.

Fonte: Metro1

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